sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Atributos de um bom líder



O administrador Pablo de Paula em uma publicação no Portal dos Administradores listou 20 atributos de um bom líder:

1. Humildade;
2. Relacionamento Interpessoal;
3. Relacionamento Intrapessoal;
4. Competência Técnica;
5. Persistência;
6. Persuasão;
7. Capacidade para resolução de problemas;
8. Experiência;
9. Feeling;
10. Visão;
11. Ouvir;
12. Compromisso;
13. Atualização;
14. Ética;
15. Crescimento Constante;
16. Observação;
17. Motivação;
18. Atitude;
19. Leitura;
20. Relacionamento.
Assumir uma liderança pode ser o desejo de muitos, porém nem todos os que almejam por isso realmente estão preparados para exercer o que lhe é atribuído juntamente com outras pessoas.


Liderança em tempo de crise

Em tempos de crise é importante que as organizações fiquem atentas às mudanças ocorridas no mercado, mudanças as quais podem influenciar tanto negativo como positivamente na situação da empresa.
No que diz respeito à liderança nesse período de crise o líder precisa estar acessível e compromissado com a empresa e com os membros liderados por ele, pois líderes confusos acabam criando obstáculos para o crescimento da organização e liderados deixando de lado o foco, a opinião do próximo, perdendo, talvez, a comunicação constante com as outras pessoas e por último a equipe não se mantém em ação.
Alguns diferenciais podem ser destacados em tempos de crise no que diz respeito à liderança: motivar as equipes, tomar decisões sem rodeios, assumir as consequências de suas decisões, procurar por mais de uma solução para os problemas que poderão surgir, entre outros.
No momento de crise, fica difícil imaginarmos quais seriam as oportunidades que poderíamos encontrar, porém um líder experiente é capaz de enxergar o problema e como transformá-lo em oportunidades.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Dinâmicas

Frequentemente, as organizações utilizam recursos que consistem na aplicação de dinâmicas de grupo que visam estimular e promover determinados comportamentos e competências. A seguir estão alguns exemplos de dinâmicas em grupo:

Dinâmica do nó humano:


Com pelo menos 10 participantes e um mediador, esta dinâmica é um ótimo exercício para desenvolver a liderança, bem como a comunicação, afetividade e criatividade, além de proporcionar um momento de diversão aos participantes.
O mediador deve pedir para que todos deem as mãos e formem um círculo, decorando quem está à sua direita e à esquerda. Em seguida, os participantes devem soltar as mãos, fechar os olhos e caminhar pela sala por segundos, até que o mediador as mande parar novamente. Ao abrir os olhos novamente, cada um deve localizar as pessoas que estavam ao seu lado e, sem sair do lugar, tentar dar as mãos novamente.
O resultado será um verdadeiro nó humano, que deve ser desfeito ainda com as mãos unidas. É permitido que o mediador interfira, apenas com um número limitado de vezes e com o consenso do grupo.
A ideia passada pela atividade é de que todos os problemas vivenciados no ambiente de trabalho devem ser resolvidos com a cooperação de todos, que devem ser estar sempre unidos na busca por soluções criativas. Durante o processo, alguns líderes vão se sobressair naturalmente, tentando organizar o conjunto para que todos ajam de forma coesa em prol do objetivo final.

Dinâmica do caos:


O mediador pede que todos os participantes saiam da sala e, em seguida, causa um verdadeiro caos no ambiente: derrubando objetos, espalhando papeis e revistas no chão, alterando a disposição de móveis, etc.
Com a bagunça feita, o mediador ordena o retorno dos participantes e, quando eles perguntarem o que aconteceu, deve responder que é cego, surdo e mudo e que eles podem fazer tudo o que quiserem.
A partir daí, deve-se avaliar a atitude de todos, identificando aqueles que tomam a iniciativa de organizar o ambiente, aqueles que tentam organizar a equipe para que o trabalho seja mais produtivo e também aqueles que vão optar pela procrastinação.

Construção de torres:


Esta dinâmica tem o objetivo de expressar a influência que o tipo liderança exerce na produtividade e realização do trabalho em equipe. Com um número de participantes entre 8 e 32 pessoas, utiliza palitos de fósforo e venda para os olhos.
O facilitador inicia a dinâmica informando a todos que devem construir torres: quanto mais altas, melhor. A seguir, orienta a formação e grupos de quatro pessoas: um operário, um supervisor e dois observadores. O operário tem os olhos vendados e, sob a orientação do supervisor, monta a torre com palitos de fósforo, dispostos paralelamente, formando um quadrado, dois sobre dois.
Os observadores tomam anotações da relação entre supervisor e operário, bem como a produtividade alcançada pelo método empregado pela dupla, que tem 3 minutos para construir sua torre. A seguir, invertem-se os papeis do operário e supervisor. Em um segundo momento, os observadores assumem o lugar de operário e supervisor, e os que ocupavam essa função serão observadores.
Ao final da atuação das duplas, o facilitador dirige uma discussão com os participantes, perguntando a todos: “Como foi atuar como operário?”, “E como supervisor?”, “Enquanto observador, o que podem sugerir sobre o desenvolvimento do processo?”, “Notaram alguma relação entre o tipo de liderança exercido com os resultados obtidos?”.
Esses questionamentos vão induzir os participantes a uma reflexão sobre o próprio estilo de liderança e o estilo de seus superiores, esclarecendo situações nas quais uma diferente abordagem de liderança pode ensejar melhores resultados.
As Dinâmicas são algumas das opções dentro das organizações para desenvolver líderes, fortalecer a gestão atuante assim como também uma forma de estímulo para que surjam novos líderes entre os próprios funcionários. Por fim, ser líder mão é apenas buscar por uma posição em uma organização, mas também ter iniciativa, saber trabalhar em equipe e ser cauteloso na tomada de decisões.

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