Desde a antiguidade a mulher era vista como sexo frágil sendo impossibilitada de fazer várias outras funções que eram realizadas apenas por homens. A mulher tinha o papel de ser dona de casa, cuidar do marido e dos filhos, mas com o passar dos anos as mulheres vêm conquistando seu espaço em vários meios e um deles é o meio profissional. As conquistas não foram simples e nem instantâneas, por esse motivo a luta pelos direitos deve ser contínua.
No que diz respeito a área profissional, a probabilidade de encontrarmos mulheres em cargos de liderança nos dia de hoje se torna maior, pois estão mais confiantes na sua capacidade planejando sua carreira, buscando boas colocações, salários justos de acordo com seu posto hierárquico, etc.
Dados apontam que a porcentagem de mulheres nos cargos de presidente, vice-presidentes e diretoras ocupam 24% no mercado mundial e no Brasil 23%. Na China houve um crescimento da participação das mulheres na liderança passando de 25% para 51%. Polônia, Letônia, Estônia e Lituânia são os próximos do ranking, ficando em último lugar o Japão com 7%. No cargo de CEO a Tailândia se destaca 49% das mulheres estão no comando, seguida por Dinamarca, Alemanha e Itália.
Quando o assunto é mulher e liderança, não se trata de uma luta, uma competição acirrada com os homens, mas sim a abertura de espaço para que todos possam mostrar o seu potencial aliado à competência.
Quando o assunto é mulher e liderança, não se trata de uma luta, uma competição acirrada com os homens, mas sim a abertura de espaço para que todos possam mostrar o seu potencial aliado à competência.

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